como cogumelos …

querem lá chegar, e por vezes chegam…! os lobbies existem em todo o lado …mas há coisas básicas, não é preciso ser-se muito inteligente, outras até deviam de vir do berço.

chegar e cumprimentar cada um dos colaboradores com um aperto de mão, agradecer quando se pede para alterar horários e mudamos a nossa vida em prol da empresa … receber com um sorriso, saber rir e desanuviar ambientes, e acreditar, quando o esforço do que é pedido pode ser desastroso, porque os recursos humanos são insuficientes devido a acontecimentos inesperados (ou não…)  é tão simples… e poderia evitar tanta coisa….!

eu pergunto-me, porque será que cada vez mais há incompetentes a nascer como cogumelos?

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4 pensamentos sobre “como cogumelos …

  1. Obrigado, eu apenas disse uma parte do problema global. A Suíça nem sequer é um bom exemplo, uma vez que o poderio financeiro desvirtua a sociedade e as empresas. O mercado Suíço tem sido protegido e o debate actual é se aceitam a entrada livre dos produtos da EU. No entanto existe um bom exemplo que ilustra o caminho a tomar:
    – No final dos anos 80 a Swatch foi confrontada com os relógios electrónicos japoneses a cerca de mil escudos. Depois de muito pensarem, decidiram contratar o maior designer americano pagando uma fortuna, para que o seu gabinete desenhasse os Swatch. Sucesso garantido! Baseado em quê?
    Inovação, criatividade e designer !
    Estas 3 palavras definem o novo mundo e a nova sociedade 🙂 beijinhos

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    • é verdade o mercado Suíço tem-se protegido (apesar de por vezes tremer com a desvalorização do euro …) mas nunca irá ser um mercado aberto, e é isso que os tem protegido também. há muitas marcas que não entram, os chineses e afins por exemplo então, nem pensar.
      produz-se para consumo do sector dos serviços que é o maior por exemplo, e as exportação de chocolate, relojoaria, instrumentos de precisão e produtos
      químicos tem peso.
      mas é atípico mesmo, o comercio de luxo tem o maior pico de lucros no mês de Agosto quando chegam os Árabes …
      há 2 grandes empresas de supermercados que abrangem a maior parte dos bens de consumo e há muitos produtos que não entram aqui…. no pronto a vestir é a mesma coisa… tudo é muito controlado.
      (claro que tudo isto gira em torno da gestão de fortunas… a base, o resto são os peões…)

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  2. Boa pergunta !
    É uma questão de formação e de formatação escolar e/ou filosofia empresarial.
    O Actual ensino europeu foi construído após a 2° guerra mundial, com o objectivo de formar profissionais para a indústria e a reconstrução europeia. Tudo foi pensado para as fábricas e industrias várias.
    Acontece que a Europa já não esta nesse estado e por não terem percebido isso a tempo, as fábricas fecharam e deslocalizaram para o Oriente, o que originou um desemprego desmesurado. Calcula-se em mais de 25 milhões os desempregados na UE. Colossal !
    Assim, as empresas desenvolveram a teoria da competitividade que se baseia em produzir mais para sustentar os salários. Os meios informáticos aceleraram a produção e as pessoas tornaram-se mais robotizadas, logo, menos humanas. Os gestores não querem saber dos problemas das pessoas e tratam-nas como se fossem máquinas. Esquecem-se do o óbvio, uma pessoa motivada produz muito mais e não são as horas que trabalham que definem a tal produção (isso era na fábrica), uma vez que se pode trabalhar muito e não produzir nada !
    Depois, existem ainda resquícios dessa sociedade industrial ao nível da gestão, concentrada no patrão/chefe e do ele é que sabe, e ele é que decide ! Obviamente que é lamentável o desperdício de centenas ou milhares de cérebros (empregados), que poderiam contribuir com as suas opiniões para melhorarem os produtos e/ou a produção.
    Ficámos, assim, na mão de uma dúzia de ”Génios” cuja justificação é apenas o salário enorme que recebem e que é a única garantia que têm para se sentirem “verdadeiros génios”.
    Enquanto a Europa não perceber e não incorporar, nas escolas e nas pessoas, que vivemos num novo paradigma de sociedade, não resolvera estes problemas e muitos outros que vivemos actualmente.
    P.S. – Ler o Alvin Toffler dá-nos a vantagem de percebermos o mundo actual que vivemos 

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    • excelente comentário Jorge ! ter contacto com outras culturas faz-nos ter uma visão que passa além da teoria …
      havia tanta coisa dizer…eu limitei-me ao básico, que deveria fazer parte do senso comum…
      eu nem quero pensar se tivesse um dia de trabalhar numa linha de produção ou coisa do género…
      na Suiça esta situação é um pouco atípica… e começa logo na escola primária, para se entrar na universidade a triagem vem logo desde inicio e há muitos cursos profissionalizantes… o que faz com que dentro de algumas empresas os empregados são quase todos polivalentes…
      um beijo enorme 🙂

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